Keeneland, o hipódromo de Lexington

Tô meio sem tempo de escrever, então juntei umas imagens que eu tinha de quando visitei o Keeneland, o hipódromo de Lexington e upei no falecido canal do youtube.

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Acho que eu vi um fantasma

Desde pequeno nunca tive muito medo desses lances sobrenaturais que um monte de gente tem. Não tenho medo de histórias de fantasmas e poucos filmes de terror me assustam. Acho que o mais próximo que tenho de pavor sobrenatural é o de zumbi porque, bicho, a chance disso rolar é real e namoradeiras, porque vai lá tentar dormir depois de olhar pra essa boneca:

Enfim, sempre tive muita certeza de que nada disso que os mais supersticiosos temem e contam por aí poderia acontecer comigo. Quer dizer, eu tinha muita certeza. Continuar lendo

Como eu quase morri no chão da sala

Durante meu intercâmbio, finalmente saí do sedentarismo. Como contei em alguma edição do Pensamentos Pensantes, meu roommate era maromba e a academia era literalmente atrás do prédio onde eu morava o que significava que eu realmente não tinha desculpas pra não fazer o mínimo de atividade física. Ia praticamente todos os dias(inclusive com uma camada de neve de 9 polegadas cobrindo as ruas) e realmente me fez bem pra caramba isso.

Quando voltei pro Brasil, enquanto esperava o início das aulas na faculdade, sem dinheiro mas ainda com vontade de fazer exercícios, comecei a jogar Pokémon GO caminhar na vila olímpica daqui de Mesquita e chegando lá encontrei uma concentração de velhinhos tão grande que, se somasse a idade de todo mundo, dava bug na contagem da idade do Big Bang (e ainda assim, eles vão correr mais que você, vai por mim). Depois de umas semanas indo ao asilo à céu aberto, digo, vila olímpica, senti que precisava dificultar um pouco mais a minha rotina de exercícios. Essa foi a ideia errada número 1 dessa história. Continuar lendo

Um dia como Dora, a aventureira(ou: como eu fui parar na boca de fumo fazendo trabalho)

Ah! A faculdade de arquitetura! Aquele lugar mágico onde você aprende a sobreviver com duas horas de sono, um copo de café e uma barrinha de chocolate. Onde você aprende o quão letal é um estilete e quantos azulejos existem no Monumento aos Pracinhas.

Eu contei cada fucking quadradinho desse pra fazer a maquete desse monumento

Eu contei cada fucking quadradinho desse pra fazer a maquete desse monumento

Mas nem sempre as aventuras acontecem em volta da prancheta. Essa é uma delas. Continuar lendo

Pique-Ilustra!

Final do mês passado rolou no Parque Lage, aqui no Rio de Janeiro, o Pique-Ilustra, evento organizado pela Isadora Zeferino pra reunir ilustradores, artistas e rabiscadores diversos da internet(como eu) pra comer, bater papo e desenhar junto. Foi um domingo de frio(sim, isso existe no Rio de Janeiro, embora signifique temperaturas abaixo de 25º) o que tornou o dia mais legal ainda. Fui com a Mari e o Lucas e me diverti pra caramba. Olha só um pouquinho do que rolou lá.

Geral rabiscando. Foto da Bruna Alvim.

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WiFi, São Jorge e velhinhas

Concordo com a Gabriela Ventura, quando ela diz que o convívio com pessoas na vida real é overrated e a internet móvel pode te salvar disso. E antes de você começar a dizer que baseio minha visão de vida em gente da internet, olhe seu feed do Facebook pra ver se você não é influenciado por Portas dos Fundos e Felipes Netos(esse aí ainda existe?) da vida. Enfim, sou viciado em internet, você também e até minha vó entrou nesse crack(sério). E acho que toda sala de espera deveria ser equipada com WiFi pra proteger a gente de freetalkers e situações constrangedoras como a que passei esses dias. Estava na sala de espera do consultório da minha dentista aqui em Mesquita em situação de pleno desespero para um viciado em tecnologia: não tinha WiFi na sala, meu 3g não funcionava direito(maldita Oi), não tinha fones de ouvido e tinha deixado meu sketchbook de bolso em casa, ou seja, estava totalmente vulnerável a qualquer senhora carente de atenção freetalker que viesse a se sentar ao meu lado. Mas isso não aconteceu, o que se sucedeu foi algo pior do que conversar sobre o tempo. Continuar lendo

E aí, como vão vocês?

Eu vou muito bem, obrigado, seu bando de desocupados. Estou há um tempo sem dar as caras por aqui então, enquanto preparo textos pra minha meia dúzia de leitores, vou contar um pouco das novidades do primeiro semestre de 2014 de forma bem resumida.

Trabalho novo muito legal no laboratório de materiais de construção da faculdade.

Algum estresse durante as disciplinas do primeiro semestre desse ano (tô no 7º período agora, caras, vejam só). Alguns novos amigos muito bacanas.

Tô escrevendo sobre os lançamentos musicais lá no You! Me! Dancing! com uma equipe muito maneira. Você pode conferir minhas duas primeiras resenhas aqui e aqui.

O Um Desenho Novo Todo Dia está meio às moscas, mas eu vou voltar a postar lá em breve porque tô desenhando como um maníaco e postando direto lá no instagram(segue aí, flw?). E, por falar em desenho, olha só que massa, os desenhos do Um Desenho Novo Todo Dia agora estão disponíveis em camisetas lindíssimas. Dá só uma olhada:

CAMISETAS-BLOG Continuar lendo