Por onde andei em: muito tempo

Vou ser sincero aqui: esqueci completamente que essa categoria existia aqui no blog. E, na procura do que compartilhar com vocês nessa sexta-feira, acho que seria uma boa falar um pouquinho sobre o que eu ando:

Assistindo…

Westworld– sci-fi, inteligêhncia artificial e faroeste numa mesma história sendo produzida pela HBO? Fala sério, não tinha como dar errado.

iZombie– Da altíssima qualidade de roteiro e produção da HBO pra uma série adolescente livremente inspirada e m quadrinhos da DC feita pela CW: é assim que funciona meu gosto pra televisão. É claramente meu guilty pleasure, mas os personagens são tão carismáticos que não parei até acabar de assistir.

Stranger Things– Todo mundo já falou dessa série. Se você não vive numa caverna, você sabe sobre o que é.

Lendo…  

O Homem Que Caiu Na Terra, Walter Tevis- comprei só porque achei o projeto gráfico bacana e ganhei de brinde um sci-fi que me deixou na bad por algumas semanas depois de ler.

Miss Peregrine’s Home For Peculiar Children, Ransom Riggs – O tipo de coisa que eu queria ter lido quando tava na escola. Tem tudo que adolescente nerd gosta, o universo que o autor cria é o tipo de coisa que permite diversos spin-offs e histórias alternativas e tem umas fotografias de época muito legais que ajudam a compor o livro visualmente. Devorei a série toda e leria tranquilamente qualquer outro livro dentro desse. (Fiquei desanimado com as reviews do filme do Tim Burton e optei por não ver pra não estragar.)

Everyday, David Levithan- mais YA por aqui, desculpa mas não tenho um blog pra compartilhar chatice acadêmica. Como seria a vida de uma pessoa que acorda todo dia num corpo diferente? Essa pessoa apreenderia diversas visões do mundo? Conseguiria acessar diferentes memórias? Ela se identificaria com um gênero específico? E se essa pessoa se apaixonasse, o que aconteceria? Li depois de ver esse livro na estante de um amigo e amei cada capítulo.

Ouvindo…

Into The Wild Life, Halestorm- Conheci a banda por acaso numa playlist de rock do spotify e foi o tipo de coisa que explodiu na minha cabeça na hora. Uma voz poderosíssima, arranjos muito bem feitos tanto nas mais explosivas como nas baladas, um disco perfeito.

Anavitória, Anavitória – Bem mais leve, o som das meninas do Tocantins é o tipo de coisa pra ouvir pra acalmar o dia e achar tudo lindo.

Who killed Amanda Palmer?, Amanda Palmer- Não sei como ela consegue ser tão visceral só com um piano. Cada música e cada letra é um corte profundo dentro de você. Coisa linda de ouvir.

Acessando…

 

A newsletter da Luara França que é muito amorzinho. Minhas segundas não são as mesmas sem os textos dessa newsletter.


E vocês, o que andaram vendo/lendo/ouvindo/acessando esse mês? Contem pra mim aqui embaixo nos comentários!

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