Da memória

A vida é o que foi e não o que poderia ter sido

Não se olha duas vezes pro mesmo céu

nem se nada duas vezes no mesmo rio

Não adianta tentar mudar o passado

Depois que passou,

tá escrito.

A vida é um teatro sem fim,

sem cortinas,

sem ninguém pra aplaudir

essa peça sem roteiro somos nós,

enfim.

O que é verdade? Dá pra discutir?

O que é saudade? Faz sentido sentir?

Velhos amigos, restos de livros:

passado guardado em cadernos antigos.

Outras fachadas, endereços conhecidos, a mesma calçada:

nem tudo foi mexido.

Antigamente as coisas eram como são hoje

mas ninguém dava notícia.

O que foi destruído ainda permanece

na memória

em nostalgias.

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