São Paulo

Não foi na Paulista que eu te vi passar

Mas aqui no meu Rio, bem perto do mar

E eu não entendia

Como alguém podia

Trazer São Paulo dentro do olhar.

Como um vidro refletia

Grandes avenidas e arranha-céus

Nos seus escuros olhos

Um gracejo moderno fora do papel

E eu me perdia ao admirar

Você sorrindo sob as águas de março.

O sol nascendo atrás dos arranha-céus:

Uma luz alaranjada pinta o cinza,

O sol passando pela sua janela:

Sua pele branca ganha a luz do dia.

Tanto faz um café na Rio Branco ou na Paulista

O importante é ter a sua companhia.

Mesmo num lugar bonito

Eu sei que é difícil estar longe do lar

Me deixa ser tua São Paulo,

Quero ser tua casa

Aonde quer que vá.

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